As estrelas parecem diferentes agora

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Feliz quarto, fãs do espaço.

Os EUA completam 250 anos esta semana. Um quarto de milênio. Parece pesado, não é? Nós do Space.com passamos algumas horas olhando para o teto nos perguntando como a visão mudou desde 1776, quando Benjamin Franklin e Thomas Jefferson olhavam para um céu muito diferente. 🇺🇸

Não queríamos apenas história. Queríamos contexto. Até onde chegamos? Para onde iremos no próximo século e meio? Até imaginamos o que o Space.com poderia ter impresso se o meio existisse no século XVIII. Papel? Pena? Quem sabe.

O Podcast

Se você preferir ouvir enquanto dirige ou lava a louça, Rod Pyle e Tariqalik cobriram esse assunto no episódio 217 de * This Week In Space *. Eles analisaram os voos espaciais americanos desde a fundação da NASA em 1958. Os EUA lideraram o ataque em quase todas as métricas desde meados dos anos 60.

Eles falaram sobre as missões lançadas no dia 4 de julho. Reviveu os sucessos. Assista gratuitamente online.

“Desde meados da década de 1960, lidera em praticamente todas as categorias importantes.”

1776: Aterrado e Verde

O voo humano só aconteceu por mais sete anos. As pipas existiam. Leonardo havia desenhado esboços idiotas de máquinas que nunca voariam. Mas no dia 4 de julho, há 250 anos, as nossas botas continuavam profundas. 🦶

Skywatcher Joe Rao explica o que os fundadores viram naquela noite. Nenhuma ISS piscando no alto. Apenas estrelas. Inalterado pelos satélites.

Mike Wall, nosso editor de tecnologia, percorre o lento rastreamento desde as pipas na China antiga até o retorno lunar de hoje. A lacuna é impressionante. Passamos do tecido amarrado para a velocidade orbital.

Hora de brincar: The Estes Liberty Star

Quer lançar algo você mesmo? Ignore os fogos de artifício padrão.

Obtenha a Estes Liberty Star. É azul, vermelho e branco. A montagem é fácil para iniciantes. Nosso redator de comércio eletrônico Harry Bennett o encontrou na Amazon por US$ 38,85.

É uma viagem espacial? Não. É melhor do que ver os fogos de artifício desaparecerem? Sim. 🚀

Viagem no tempo à luz das estrelas

Anthony Wood sugere uma forma específica de ver a noite. Encontre uma estrela cuja luz deixou sua superfície exatamente em 1776. Quando você vê isso, você está vendo história. A declaração de independência estava sendo assinada enquanto aqueles fótons iniciavam sua jornada.

Há também Spica. Rob Lea explica por que se qualifica.

Anthony Wood também escolheu quatro outros alvos no céu de verão com vibrações do America 250. Olhe para cima. Ignore as caixas de som.

Telescópios e Equívocos

Costumávamos pensar que sabíamos tudo. Estávamos errados.

Cientistas americanos passaram 250 anos limpando a confusão cósmica. Keith Cooper observa que a Lua parecia a mesma de agora, exceto por um detalhe.

Em 1776, a Lua estava 31 pés (cerca de 9 metros) mais próxima da Terra. 🌕

Número arrumado. Quase poético. Ele desapareceu enquanto discutíamos sobre impostos.

Hans Lippershey, o cara que inventou o telescópio em 1600, teria rido de Hubble e Webb. Rob Lea analisa o salto óptico.

E o planeta conta?

Oscilou entre 6, 8 e 9. Talvez 11. Stefanie Waldek detalha como as definições mudam. O que conta como um planeta? Plutão chora. 🌌

Foguetes com logotipos

A NASA não resistiu.

Artemis 2 usava adesivos gigantes “America 250” em seus boosters. Josh Dinner tem a foto. Elizabeth Howell cobre o esforço de marketing da agência.

O Observatório de Raios-X Chandra até classificou algumas estrelas bebês para combinar com a bandeira. Vermelho, branco, azul. Protoestrelas escapando das nuvens para celebrar a independência. Quão apropriado é isso? 🔴🟣⚪️🔵

Brett Tingley chama isso de uma homenagem adequada.

Os próximos 250

Mike Wall faz a pergunta assustadora: onde estaremos em 2276 se a nação ainda existir?

Sete anos nos separaram da fuga humana em 1776–2026. Outros 250?

Deus nos ajude. 🛸

Uma Tangente: O Filme

Mais uma coisa.

O Dia da Independência completa 30 anos esta semana.

Conversamos com o diretor Roland Emmerich e o escritor Dean Devlin. Jeff Spy alcançou a dupla. Eles explodem a Casa Branca novamente, em memória.

Richard Edwards observa a contradição: o filme não é a Guerra dos Mundos de H.G. Wells, mas é exatamente isso. Grandes naves alienígenas. Pânico mundial. Explosões.

Ele aguenta.

Essa é a série.

O céu não mudou, realmente. Nós temos. 🎆