A Lua recebe uma nova bandeira do Capitólio

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4 de julho. Washington fez barulho. O presidente Trump estava fazendo seu discurso no National Mall, encerrando as festividades do America 250. Ele falou história. Ele elogiou as realizações. Mas ele tinha algo específico para as pessoas que tinham acabado de ir à lua e voltar.

No palco estava a equipe do Artemis II. Eles foram lançados em abril, passaram dez dias dando voltas no outro lado e caíram com o mundo inteiro assistindo. Foi o primeiro voo deles. Eles também convidaram o astronauta da Apollo 17, Jack Schmitt, para compartilhar o momento. Velha guarda. Nova guarda.

O pano de fundo era uma história séria. Havia uma bandeira de 1777. Outra pendurada sobre o caixão de Lincoln. Até mesmo um trapo que os irmãos Wright carregavam em 1903 estava lá para exibição. Trump destacou a rapidez com que o país se move. Apenas 66 anos após a invenção do avião, fincamos uma bandeira na poeira lunar. Há poucos meses, os humanos afastaram-se mais da Terra do que nunca.

Ele fez uma pausa. Então veio a transferência.

“Esta manhã, no 250º aniversário da América, esta nova bandeira voou sobre o Capitólio.”

A major Kaitlyn Tinkham entrou com um pano dobrado. Não tinha sido fabricado apenas em uma fábrica. Foi erguido naquela mesma manhã acima da sede legislativa. Trump entregou-o a Schmitt. Reid Wiseman, comandante do Artemis II, colocou a mão no ombro do velho astronauta da Apollo. Uma passagem simbólica da tocha? Claro. Foi assim que pareceu.

A equipe Artemis II fez sua reverência. Vitória Glover. Cristina Koch. Jeremy Hansen. Hansen anunciou sua aposentadoria recentemente, então esta foi sua grande última aparição pública antes do fim. Eles saíram do palco carregando o presente.

Então, para onde vai o pano agora?

Isso espera.

A NASA está construindo o Artemis III, com previsão para o final de 2027. O objetivo é atracar com sondas comerciais, especificamente a Starship da SpaceX e a Blue Moon da Blue Origin. Depois vem Artemis IV em 2028. Essa missão finalmente colocará botas na superfície. A tripulação para esse pouso ainda não foi nomeada. Os destinos estão mudando. Os atrasos são constantes.

Mas a bandeira? Está seguro em suas mãos. Plantado ou não. Quem sabe?

Pode ser 2028 quando alguém pisar naquele regolito e desdobrar a bandeira do Capitólio. Ou talvez não. O espaço é caro. A física não se importa com aniversários nacionais.